| Controle Populacional de Cães e Gatos Errantes |
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INTRODUÇÃO A superpopulação de cães e gatos é um problema sócio-ambiental que afeta a maioria dos países, em maior ou menor grau. A equação é simples: existem mais animais do que lares para acolhê-los. Em busca de uma solução rápida, as autoridades da saúde freqüentemente recorrem à eutanásia em massa. Milhares de animais são mortos, nem sempre de forma humanitária, por falta de informações, de incentivos e subsídios à métodos contraceptivos (castração) dos animais por parte de seus proprietários ou do governo. Segundo o Comitê de Especialistas em Raiva da Organização Mundial da Saúde (OMS), reunido em 1992, a captura e o sacrifício de animais não representa uma medida de controle da doença, pois não atua nas principais causas do problema: a procriação descontrolada de cães e gatos e a irresponsabilidade ou ignorância dos seus proprietários. Muitas cidades desenvolvem uma relação de coexistência e de tolerância com os seus animais errantes, chegando muitas vezes a uma situação simbiótica. Estas atitudes afetam diretamente a ecologia dos cães e gatos de rua e variam de acordo com a localização dos bairros, das ruas e até mesmo em uma mesma rua. A OMS tem dado muita ênfase a este assunto complexo, classificando a situação dos cães e dos gatos errantes com base no grau de dependência e no nível de controle humano destes:
Em Porto Alegre, a maioria dos cães e gatos errantes se enquadram nas categorias 2, 3 e 4, ou seja, quase sempre há alguma pessoa por perto alimentando ou cuidando do animal.Ao domesticar o cão e o gato, há milhares de anos, o homem tornou-se responsável pelo bem-estar desses animais. Conviver com um bicho de estimação é um privilégio que nos acrescenta qualidade de vida. No entanto, alguns cuidados devem ser observados para que essa relação seja realmente harmoniosa e feliz. - "Eu não posso pagar!” O custo da operação será amplamente compensado por futuros gastos com alimentação, vacinas, etc. do animal gestante e das crias. Ou de eventuais complicações no parto ou ainda despesas com cirurgias e medicamentos decorrentes de doenças em animais não castrados (ex. piometra). Hoje, várias clínicas realizam castrações a preços reduzidos ou facilitam o pagamento. Ø Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso. Ø Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico. Ø Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo. Ø Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente. Ø Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele. Ø Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características. Ø Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado. Ø Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem). Ø Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações. FONTE: http://www.botucatu.sp.gov.br/artigos/artigos/castracao_animais.pdf http://www.arcabrasil.org.br/acoes/posse/controle.htm http://www.bdlegislacao.com.br/banco/index.php?option=com_content&task=view&id=95 http://www.vetwork.org.uk/abc.htm http://www.cbra.org.br/pages/publicacoes/rbra/download/pag%20159%20v29n3-4.pdf http://infertile.com.br/o-produto
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